A História do Dia dos Namorados

São Valentim é considerado o santo dos namorados, e viveu no Século III, em Roma. Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II, que queria constituir um exército romano grande e forte, mas não conseguiu atrair muitos soldados, porque os homens não se dispunham a abandona as suas mulheres e famílias e partirem para a guerra. Assim, o imperador proibiu os casamentos entre os jovens e Valentim, revoltado, resolveu realizar casamentos secretos. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado, em 14 de fevereiro.

Com o tempo, o dia 14 de fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo na Inglaterra e na França - e, mais tarde, nos Estados Unidos.

No Japão existem dois dias de namorados. O primeiro é 14 de fevereiro, quando as mulheres dão presentes e chocolates para amigos, namorados e afins. E no dia 14 de março é a vez dos homens retribuírem o presente.

No Brasil, um país onde alguns acreditam que o capitalismo não combina com o amor, o Dia dos Namorados foi criado de forma exclusivamente capitalista. É uma véspera do santo casamenteiro, Santo Antônio, mas não pense que o nosso Dia dos Namorados tem a ver com ele. Nossa data foi introduzida pelo publicitário João Dória em 1949. Ele era da então Agência Standard de Propaganda, que, por tal feito, ganhou um prêmio.

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